sábado, 20 de fevereiro de 2010
Trilha sonora da vida.
A música fala, nos confronta, nos acalma, nos distrai...
À medida que vivemos vamos montando a trilha sonora da nossa vida, e é incrível como uma simples música pode te levar de volta ao passado, um momento específico da sua vida e até mesmo te fazer re-experimentar sensações daquele momento, isso simplesmente porque você estava vivenciando algo e uma música tocava naquele instante. Nem sempre o que lembramos é agradável, mas o fato de lembrarmos nos mostra que a música contém a nossa história e isso é simplesmente encantador! Ela é uma testemunha do que sentimos e vivemos. Podemos lembrar até mesmo do cheiro daquele momento, que vem acompanhado de uma sensação nostálgica de contentamento, arrependimento e milhares de outros sentimentos entre estes.
Há tantos momentos em que desejamos expressar algo, mas não conseguimos por nos mesmos, então encontramos uma composição que diz tudo. Como isso acontece comigo!
A música fala quando o nosso coração grita e nós mal sussurramos. E assim ela vai chegando, às vezes sorrateiramente, e então ela se torna uma confidente e contadora da nossa história.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Absurdo!
sábado, 30 de janeiro de 2010
Falarei...
Por muito tempo eu desprezei a idéia de criar um blog, mas a vontade de falar e de me fazer ouvir foi mais forte. Durante toda a minha vida refleti sobre idéias, fatos e teorias, assuntos às vezes banais e outras vezes de extrema importância, mas que guardei pra mim mesmo. Agora decidi compartilhar ou simplesmente escrever sobre tudo o que passa pela minha cabeça, tudo o que acontece ou deveria acontecer ao meu redor e o efeito que isso causa dentro e fora de mim.
Talvez isso seja uma sede por desabafar simplesmente, o que me faz lembrar de uma música da Ana Carolina -"palavras me aguardam o tempo exato pra falar, coisa minhas, talvez você nem queira ouvir..."-, pois bem, esse tempo chegou e eu falarei.
Todos nós temos algo pra falar, relevante ou não, mas algo que precisa ser dito ou então explodimos. Algo que nem sempre encontra ouvidos que ouçam, e não apenas escutem. Às vezes não cabe desabafar pra alguém específico, por isso, escrevo, sem saber quem irá ler mas esperando que esse alguém ria, chore, critique e até discorde, mas que principalmente entenda o que foi escrito e responda de alguma forma a isso. Então, agora começo o meu "diário público" e faço lembrada uma frase da ilustre Clarice Lispector: "Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever." Viver calado nesse mundo hoje, não dá!